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Proprietário: William Raphael Estocado Desde: 11/dezembro/1984 Idade: 23 Ocupação: Qual delas? Praça: Cidade Universitária, São Paulo-SP Fornecedores: Depeche Mode, Smiths, Sinéad O'Connor, Cocteau Twins, Coldplay, Abba, Marisa Monte, Marina Lima, Chico Buarque, Hilda Hilst, Adélia Prado, Ferreira Gullar... Circuito Interno: Café Filosófico, Saia Justa, Vitrine, Metrópolis, Anos Incríveis, Friends... Longas: V de Vingança, Filadélfia, O Segredo de Brokeback Mountain, Cidade dos Anjos, Delicada Relação, O Corpo, Liquid Sky, O Grito, Extermínio... Passatempo: Produção de música eletrônica, Atari, The Sims, Sim City, escrita, vinhos, viagens e muita música Planos Futuros: Finalmente ganhar dinheiro com o meu trabalho Planos Pra Já: Dissolver os fantasmas da minha mente e acreditar que o universo não conspira contra mim Estilo de Vida: O próprio Ando Indo: Ao computador, aos livros, à minha cama, à faculdade... Ando Lendo: O Turista Aprendiz (Mário de Andrade) Ando Comendo: Muito bandejão com molho shoyu Uma Estação: Outono Uma Estação: Eldorado FM/SP Uma Estação: Cidade Universitária, SP Uma Estação: Estação Primeira de Mangueira Uma Estação: Estação Espacial MIR Uma Estação: Chega, Mr. Tilt!!! Razão Social: Cauteloso e exagerado Um Prato: Yakisoba Um Sabor: Doce Recém-Estocado: Um CD da Ana Carolina - Estampado. Com a maravilhosa música "Nua"! Patrocino: Autenticidade, gente atenciosa, amor em toda espécie. Abomino: Indiferença, ignorância, preguiça de pensar, estresse múltiplo e solidão
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5.31.2008
De Uma Tacada Só
Se o fato já não é fato E se o direito já não é mais direito Então é fato Que não é direito meu Estar aqui sem você Se o ato já não é o ato E se o jeito já não tem mais jeito Então o jeito É fazer do ato Um momento imperfeito Quero você por perto Quero o perto Quero perto Quero você em outra pessoa Quero outra pessoa Quero Pessoa Que a sorte venha a calhar Com a força do pensamento Que a morte venha a computar O término de um desejo Sucesso, fascínio e fescenina Pouco a pouco e paulatino A todo momento O suficiente O bastante Sempre Agora Muito Já
Postado por William Raphael, em 12:40 PM
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10.15.2007
SOS Trem
Olá meus estimados leitores de sempre (de sempre?). Vou começar dando um puxão de orelha em todos vocês. Sim senhores, ora bolas, cascalhos e outras interjeições... Basta eu dar um sumiço para vocês darem um sumiço também? Cadê as milhões de perguntas desesperadas de "onde está você" nos comentários? Claro, com a ressalva da super Jane, que foi a única a notar a minha triste mofação por aqui. Isso desmoraliza qualquer popstar... tsc... tsc... Devo dar satisfações do meu sumiço e dos eventuais posts com cara de post para tapar buraco, como é o caso dessa belíssima letra escrita nesse ano, em parceria com a super Valéria Balbin para o projeto Dek Unu. Não pela letra em si, mas pelo post, assim, direto, sem maiores explicações. Nem comentei que estávamos participando de um festival com essa música. Aliás, nem comentei que se tratava de uma letra de música! Também esqueci de comentar que não ganhamos o festival... Anyways, mas isso eu não diria em qualquer circunstância senão a de hoje, na qual estou tomado por um excesso de empolgação sem nome por estar, finalmente, conseguindo retomar meu contato com blogs, após inicar a reorganização do acervo dos textos aqui do A Granel®. Sim, esse era o motivo da minha aparente preguiça de escrever, meu caros. Andei por aí também a mil (lê-se, a cem, a dez por hora), escrevendo num blog com muito menos estrelinhas do que esse, mas não menos importante. Trata-se do meu outro novo blog, o SOS TREM, escrito como uma forma de pequena revolta em relação ao transporte público desse país. Resposta número um para eventuais perguntas: sim, eu me mudei para São Paulo. Resposta número dois para mais eventuais perguntas: não, isso não calou meus gritos. Essa cidade é uma bagunça. Para chegar do Butantã a Pirituba, que estão quase lado a lado na super Zona Oeste da cidade, somente é possível se atravessarmos esse vasto (vasto?) território da cidade após uma viagem epopéica de dois ou três ônibus. Ou então aventura-se enlatado via CPTM. Isso tudo é uma grande pena pesada e por isso está colocado nas entrelinhas do SOS TREM. Isso mesmo, coloquei o link outra vez, para que vocês, meus leitores, não se esqueçam. Adoro estratégias de marketing e continuo marqueteiro, mesmo fazendo Letras. Resposta número três para outras eventuais perguntas: sim, eu estou na USP! Calma, calma... Algumas coisas levam tempo para serem compreendidas (tais quais os novos textos de lingüística que tenho que ler para tirar nota para o ranqueamento...). Outras levam tempo para serem escrevidas. Vou colocar a história dos meus últimos meses por aqui em forma de fascículos. Ou em forma de literatura subjetiva poética, que tal? O-ba, adoro ser sádico! Um super abraço carinhoso para todos vocês.
Postado por William Raphael, em 6:22 PM
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8.13.2007
O Cão da Noite
(William Raphael / Valéria Balbin) 2007 Sem mais vai o cão da noite Nos passos que ninguém faz Em frente ao espelho que ele traz Será que ele encontra a fonte Que tanto sonhei achar? Nos passos do cão desejo estar Não sei quando minh'alma se abrirá Para o mundo Meus olhos querem mais São partes de um jogo mau Que insisto em querer montar Às vezes meus olhos querem mais Há de constar em alguém um olhar Meus poros têm vertido sangue Cansei de profanar Meus lábios tão mortais por amor Meus medos não vou mudar Em vão a criança faz seu clamor Lembranças de eternidade Espantam meu bem-estar Num rápido instante estou no ar Tão longe das coisas planas Só o vento me satisfaz Meus olhos têm mais sede de paz Há de constar em alguém um olhar Meus poros têm vertido sangue Cansei de profanar Meus lábios tão mortais por amor Meus medos não vão mudar Não vou me comportar Em vão a criança faz seu clamor
Postado por William Raphael, em 11:14 AM
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8.13.2006
Os 80 anos de Fidel: Confidências
Olá gajos! Achei legal postar esse texto do Leonardo Boff que eu recebi hoje por e-mail. Tem uma ligação estreita com o meu útlimo post. Enjoy it! Em Cuba, após ser submetido a um silêncio obsequioso pelo Vaticano, mantive longas conversas com Fidel. Ele lera muitos livros sobre a teologia da libertação. Foi nesse contexto que confessou: "Mais e mais estou convencido de que nenhuma revolução latino-americana será verdadeira, popular e triunfante se não incorporar o elemento religioso". Leonardo Boff O que vou publicar aqui vai irritar ou escandalizar os que não gostam de Cuba ou de Fidel Castro. Não me importo com isso. Se não vês o brilho da estrela na noite escura, a culpa não é da estrela mas de ti mesmo. Em 1985, o então Cardeal Joseph Ratzinger me submeteu, por causa do livro "Igreja: carisma e poder", a um "silêncio obsequioso". Acolhi a sentença, deixando de dar aulas, de escrever e de falar publicamente. Meses após fui surpreendido com um convite do Comandante Fidel Castro, pedindo-me passar 15 dias com ele na Ilha, durante o tempo de suas férias. Aceitei imediatamente pois via a oportunidade de retomar diálogos críticos que, junto com Frei Betto, havímos entabulado anteriormente e por várias vezes. Demandei a Cuba. Apresentei-me ao Comandante. Ele imediatamente, à minha frente, telefonou para o Núncio Apostólico com o qual mantinha relações cordiais e disse:"Eminência, aqui está o Frei Boff; ele será meu hóspede por 15 dias; como sou disciplinado, não permitirei que fale com ninguém nem dê entrevistas, pois assim observerá o que o Vaticano quer dele: o silêncio obsequioso. E vou zelar por essa observância". Pois assim aconteceu. Durante 15 dias seja de carro, seja de avião, seja de barco me mostrou toda a Ilha. Simultaneamente durante a viagem, corria a conversa, na maior liberdade, sobre mil assuntos de política, de religião, de ciência, de marxismo, de revolução e também críticas sobre o deficit de democracia. As noites eram dedicadas a um longo jantar seguido de conversas sérias que iam madrugada a dentro, às vezes até às 6.00 da manhã. Então se levantava, se estirava um pouco e dizia:"agora vou nadar uns 40 minutos e depois vou trabalhar". Eu ia anotar os conteúdos e depois, sonso, dormia. Alguns pontos daquele convívio me parecem relevantes. Primeiro, a pessoa de Fidel. Ela é maior que a Ilha. Seu marxismo é antes ético que político: como fazer justiça aos pobres? Em seguida, seu bom conhecimento da teologia da libertação. Lera uma motanha de livros, todos anotados, com listas de termos e de dúvidas que tirava a limpo comigo. Cheguei a dizer: "se o Cardeal Ratzinger entendesse metade do que o Sr. entende de teologia da libertação, bem diferente seria meu destino pessoal e o futuro desta teologia". Foi nesse contexto que confessou: "Mais e mais estou convencido de que nenhuma revolução latino-americana será verdadeira, popular e triunfante se não incorporar o elemento religioso". Talvez por causa desta convicção que praticamente nos obrigou a mim e ao Frei Betto a darmos sucessivos cursos de religião e de cristianismo a todo o segundo escalão do Governo e, em alguns momentos, com todos os ministros presentes. Esses verdadeiros cursos foram decisivos para o Governo chegar a um diálogo e a uma certa "reconciliação" com a Igreja Católica e demais religiões em Cuba. Por fim uma confissão sua: "Fui interno dos jesuitas por vários anos; eles me deram disciplina mas não me ensinaram a pensar. Na prisão, lendo Marx, aprendi a pensar. Por causa da pressão norte-americana tive que me aproximar da União Soviética. Mas se tivesse na época uma teologia da libertação, eu seguramente a teria abraçado e aplicado em Cuba." E arrematou:"Se um dia eu voltar à fé da infância, será pelas mãos de Frei Betto e de Frei Boff que retornarei". Chegamos a momentos de tanta sintonia que só faltava rezarmos juntos o Pai-Nosso. Eu havia escrito 4 grossos cadernos sobre nossos diálogos. Assaltaram meu carro no Rio e levaram tudo. O livro imaginado jamais poderá ser escrito. Mas guardo a memória de uma experiência iniqualável de um chefe de Estado preocupado com a dignidade e o futuro dos pobres. Leonardo Boff é teólogo e escritor.
Postado por William Raphael, em 10:34 PM
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7.24.2006
Cultura e Sociedade... One more time!
Nouro dia tomei um susto com um pensamento meu... Costume nada surpreendente quando o assunto é o universo da minha mente, mas enfim... Vamos ao que interessa! Estive pensando sobre as pessoas que lidam com a cultura. Trabalhadores que criam ou zelam pelas criações, que lidam com o saber, com as crenças e com as sensações. Pensei no quão belo pode ser um pensamento inspirado, no quão iluminado é um sentimento puro, quando transmitido para muitos, através dos mais diversos canais. Pensei no quão influenciável pode ser um artista verdadeiramente sincero. E também na diferença crucial de conteúdo entre a arte sincera e a arte bem paga. Eu, por acidente de percurso, sou um desses que querem trabalhar no ambiente precioso da cultura, em um futuro bem próximo. O curioso é que a idéia de influenciar me pareceu algo meio totalitário. E então logo pensei na semelhança que isso tem com aqueles que trabalham com a religião, influenciando as massas. E cheguei à conclusão de que a cultura, de um modo geral, preenche as lacunas que a igreja deixa existir. A lógica se faz evidente. O que mais define uma sociedade é a sua religião, a fonte de suas crenças. Ao menos tem sido assim, ao longo da história da humanidade. Os egípcios, os astecas, os gregos, os muçulmanos, os romanos... Todos com suas formas de arte e seus costumes, sempre influenciados pela força matriz da fé. E o que move o comportamento da sociedade moderna, toda diversa e nada ecumênica? Talvez todos nós, escritores, cantores, artistas plásticos, poetas, atores, professores, muitas vezes recriminados pela própria religião por nossas idéias revolucionárias e "infernais", estejamos exatamente no mesmo papel dos religiosos. Estamos fomentando a psique humana e conseqüentemente suas ações, com aquilo que acreditamos de forma secular. E acreditamos justamente porque assim o sentimos. Ao longo da minha vida, sempre tentei associar minhas impressões com as crenças que recebi através da religião. E o conflito foi inevitável. Mas esse é pano para uma manga maior ainda... De qualquer forma, o conflito não é só meu. Muitas vezes visualizo essa questão como se fosse a brincadeira do cabo-de-guerra. De um lado as verdades impostas, do outro as verdades sentidas. A questão está em acreditar que alguém possa ser o dono da verdade. Se é que ela existe. Eu acredito na minha verdade porque assim eu a sinto. A grande diferença está no fato de que nós, desse lado, não podemos nos aproveitar do sentimento de temor, carta que os religiosos sempre têm nas mangas e utilizam como ponto final de qualquer discussão. Porque, dizer que algo deve ser feito dessa ou daquela maneira, simplesmente porque Deus assim o quer, carrega um poder muito maior do que uma simples sugestão inspirada e sorridente da alma. Ainda que a sugestão seja infinitamente mais saudável do que o temor. Enfim... Às vezes acho que as pessoas morrem em vida por medo de morrer. Ou ainda... Acho que qualquer marionete pode influenciar um país inteiro. Desde que seja bem pago.
Postado por William Raphael, em 2:58 AM
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6.27.2006
Sexo, Vinho e Literatura
Mister Marple - Sexo, Vinho e Literatura diz: Oi, amigo! Isac diz: E aí cara? tudo bem? Mister Marple - Sexo, Vinho e Literatura diz: Sim! E você? Isac diz: Tudo bem... Isac diz: Que nick é esse? Mister Marple - Sexo, Vinho e Literatura diz: Mister Marple? Sempre usei. Isac diz: O adicional ao Mr. Marple. Mister Marple - Sexo, Vinho e Literatura diz: Ah sim! Sexo, vinho e literatura. It rules! Isac diz: Exato... hehehehe Mister Marple - Sexo, Vinho e Literatura diz: Você não concorda com algum dos itens? Isac diz: Com todos... Mister Marple - Sexo, Vinho e Literatura diz: Oba! Então "é nóis!" hahaha Mister Marple - Sexo, Vinho e Literatura diz: Acabei de matar o último item com essa frase! Isac diz: Com certeza...
Postado por William Raphael, em 2:49 AM
SAC - Serviço de Atendimento ao Conspirador:
6.8.2006
Sinais de Esforço
Alegria Almeja-se constantemente Não é cabível ao homem obedecer tristonho Mas seguir alegre Bem disposto e de cabeça erguida O seu próprio tracejar Que é lindo, que é belo Que é límpido e reto Tortuoso É o caminho da cegueira Da anti-natureza O oposto do que clama a alma Se houve alguma luz clemente celeste Se vieram sinais proféticos do universo Somente o serão se para o bem Aqui e agora empregados E o bem é algo mais amplo Do que o parecer do mártir de pouca visão O bem segue acompanhado Da grandeza do amor Que não se engana e não se confunde Que enfrenta todos os desafios Com um sorriso no rosto Profecias somente serão profecias Quando acompanhadas do calor da satisfação E da tranqüilidade da clareza Sinais somente serão sinais Se inspirarem melhorias ao viver Se trouxerem ventos brandos ao penar E ainda que a vida eleita Seja toda desobediência Que seja brilhante, simpática e serena Que traga os sinais de todo o esforço empenhado Pelo fim de se viver em retidão Pela fé de se fazer o esperado E que traga o perdão aos fracos E a aprovação por parte dos santos Do novo rumo, bem-feitor tão quanto
Postado por William Raphael, em 1:55 PM
SAC - Serviço de Atendimento ao Conspirador:
6.7.2006
Diz-que-diz
Não é infeliz tentar tecer um comentário sobre algo e, de maneira frustrante, o seu discurso apresentar tendências meramente televisivas? Não é traumatizante ouvir uma receita de comadre, infundada e ridícula, ao comentar sobre sua nova doença de pele? Não é constrangedor estar no auge de uma discussão política e, inesperadamente, sofrer um freio mental, por não ter na manga um cartel de dados estatísticos fundamentados? Seus problemas acabaram! Para quem quer saber mais sobre a taxa de desocupação mundial... Para quem simplesmente não tem o que dizer sobre a mutilação genital feminina... Para quem não sabia que reverter a Aids requer dar mais poder às mulheres... Dados estatísticos confiáveis e informações verídicas, aqui mesmo, na rede mundial de computadores! IBGE - Isntituto Brasileiro de Geografia e Estatística http://www.ibge.com.br INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais http://www.inpe.br MRE - Ministério das Relações Exteriores http://www.mre.gov.br OMS - Organización Mundial de la Salud http://www.who.int/es Nações Unidas no Brasil http://www.onu-brasil.org.br
Postado por William Raphael, em 1:08 AM
SAC - Serviço de Atendimento ao Conspirador:
6.5.2006
Cada Um
As pessoas E seus erros Maldade Solta como a fera Fugitiva Sensatez E logo Fuga de bom-senso Alguém Alguém para salvar Resgatar a paz No seio das famílias Um novo messias Dentro de cada um
Postado por William Raphael, em 12:22 AM
SAC - Serviço de Atendimento ao Conspirador:
1.4.2006
Altura
Olá, amigos! Conforme foi possível notar, estou de volta por aqui, a postar. E a apostar. Aposto que continuarei muito bem lido pelo meu público seleto (e esse trocadilho foi tão infame que chegou a ser indecente). Oxalá, pois bem, cá estou eu. Assim como todo escritor precisa de seus leitores e todo artista precisa de seu público, eu estou aqui. O texto a seguir é uma ode à glória, que foi feita em comemoração ao ano novo e enviada a alguns amigos especiais, por e-mail. O conteúdo todo (e agora corrigido gramaticalmente!) está logo abaixo. Divirtam-se! Abraços Existe um local, acima de qualquer discernimento, onde mora a sensação de vida sobre-humana. O sentimento é soberano, supremo, gratificante e naturalmente belo. Superlativo. Máximo. Um plano repleto de sensações muito prazerosas e isento de dúvidas ou inquietações. Está à espera de todos os poetas da vida que o almejam e o encontram na jornada. Mesmo daqueles que o fazem acidentalmente. Existe um local acima da bondade e da maldade. Existe uma forma de vida em grande liberdade, sem crime ou pena, simultaneamente equilibrada e saborosa, quente e fria, sublime e viva. Viver pode ser ameno e não um fardo. Todos os sabores, todas as melodias mais profundas e também todos os melhores aromas estão nesse patamar. Há uma forma de ser feliz, absoluto e simples ao mesmo tempo. O estado de graça existe para aqueles que permitem que ele exista. Porque os sonhos, assim como os deuses e os demônios, existem ou deixam de existir quando acreditamos ou deixamos de acreditar no que eles representam. Eleva-te! Suba, suba mais alto e avante. Não há limites. Não há atmosfera. Porque viver nunca foi crime e nunca o será. Porque o grau máximo da vida está no singelo, no despudorado e no natural. Simplesmente porque é possível existir. E é possível sorrir com esse fato comum.
Postado por William Raphael, em 1:09 PM
SAC - Serviço de Atendimento ao Conspirador:
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